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:: 6.6.06 ::
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:: Larica 09:49 [+] ::
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se não guenta porque veio:
:: 16.11.05 ::
As cores tímidas se esconderam no castelo e pediram uma reserva como quem pede o cardápio. Ali em pouquíssimo tempo se reuniram os sonhos e as realidades transparentes em pigmentos surreais.
Assim com os sonhos fez-se a arte e com as transparências da realidade concretizaram-se seus caminhos abstratos .
KLEE, P. Insula Dulcamara, 1938
:: Larica 22:55 [+] ::
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se não guenta porque veio:
:: 3.10.05 ::
..:: o dia em que as noites se encontram::..
Eu falei assim aos quatro ventos, sim, sim mas não agora, agora as certezas se dissolvem em nuvens bailarinas.
Eles admiraram a beleza do caminho que seguiam, e ela dava aos caçadores material bélico. A composição nunca seria revelada, um suspiro de vento disse tratar-se de composto triturado de água, nuvens e sonhos.
Ela falou bem baixinho: a porta, a porta é e será sempre a mesma.
Foto: Larissa Fagundes
:: Larica 22:44 [+] ::
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se não guenta porque veio:
:: 16.9.05 ::
...:: sobre as noites que pedem abrigo::..
Suas estrelas se despedem pra um dia qualquer renascerem em algum canto. Assim os catadores de vento tem tempo pra admirar o espaço.
Ele escutou as promessas, ela deixou-se escutar em pouco tempo estariam fabricando cometas e gaguejando estrelas
Foto: Larissa Fagundes
:: Larica 21:52 [+] ::
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se não guenta porque veio:
:: 9.8.05 ::
..::sobre as cores apaixonantes e as raízes ::..
Ela se assustava com os padrões estéticos, com o passar dos anos teve absoluta certeza que a beleza que procurava estava imbutida no hipotálamo.
Assim esperou a hipnose fazer efeito, tirou do interior do cérebro dele a semente e plantou nos vasos em frente a casa, desse modo nunca mais sairia em busca de novas, frutíferas, e diferentes vítimas.
FAGUNDES, Larissa. A porta. 2005
:: Larica 00:14 [+] ::
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se não guenta porque veio:
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